Paraná chega a 104 óbitos por Influenza

Com mais 3 óbitos confirmados, provocados pelo vírus da Influenza, o Paraná soma 104 mortes de janeiro de 2019 até a data de ontem, 03 de setembro. A informação foi divulgada hoje pelo Informe Influenza, que monitora semanalmente os registros das síndromes respiratórias no estado.

gripe

Os três óbitos ocorreram em: Curitiba (mulher, 93 anos) ,São Mateus do Sul (mulher, 82 anos), e Foz do Iguaçu (mulher, 78 anos). A faixa etária acima dos 60 anos é a que registra maior número de mortes por gripe, com 53,85%. Além da idade, considerada como fator de risco, as mulheres que tiveram óbito confirmado nesta semana apresentavam outras doenças crônicas e não foram vacinadas.

Outros fatores apontados como risco para as complicações da Influenza são doenças cardiovasculares, pneumopatias, diabetes, doenças neurológicas, renais, hepáticas e hematológicas, além de obesidade e asma.

De acordo com o boletim, o Paraná registra hoje 527 casos confirmados de Influenza. O vírus H1N1 é o subtipo em maior circulação, responsável por 446 casos. As regiões que apresentam mais ocorrências são: Metropolitana de Curitiba, com 171 casos;  Foz do Iguaçu, com 58 ; Ponta Grossa, com 36, e a região de Maringá, com 25 casos confirmados.

Como prevenir – Todos os subtipos da gripe são transmitidos da mesma forma: pelo contato com gotículas da saliva e com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

O vírus pode ficar ativo de 2 a 8 horas em várias superfícies,  por isso a recomendação para a higiene das mãos frequentemente ajuda a reduzir as chances de contaminação. “Além de lavar as mãos, principalmente, antes de consumir algum alimento, reforçamos como medidas preventivas que as pessoas cubram o nariz e a boca com a dobra do braço quando espirrar ou tossir; que não compartilhem objetos de uso pessoal e mantenham os ambientes sempre ventilados”, informa o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Secretaria Estadual da Saúde, Renato Lopes.

Sintomas – Os sintomas da gripe incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse. Segundo a diretora de Atenção e Vigilância à Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, “quando há suspeita de Influenza, é preciso procurar os serviços de saúde para avaliação médica e início do tratamento com antiviral específico. O medicamento está disponível na rede pública de saúde”, afirma.

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